La recuperación mundial es frágil. Y desigual.


La recuperación mundial es frágil. Y desigual.

En los mercados emergentes de Asia, América Latina y Oriente Medio, las cosas están yendo bastante bien. Incluso en África, muchos países han retomando el crecimiento mucho más rápido que en otras recesiones. En Europa, sin embargo, la recuperación es lenta. Y en Estados Unidos, sigue siendo tenue. Las últimas perspectivas económicas del FMI, publicadas durante las reuniones, no prevén una recaída. Pero hay riesgos.

El primer riesgo son los niveles de deuda pública muy elevados de las economías avanzadas, los más altos desde la Segunda Guerra Mundial. Lo que se necesita para restablecer el equilibrio fiscal depende, obviamente, de la situación que enfrenta cada país. A mediano plazo, todos deben restablecer la sostenibilidad fiscal. Pero a corto plazo —mientras la recuperación sea frágil— es necesario consolidar todo lo que se debe y estimular todo lo que se puede. El riesgo más grave para la sostenibilidad fiscal en este momento es que el crecimiento se quede estancado.

El segundo riesgo, que está relacionado con el primero, es la situación del empleo. El mundo perdió 30 millones de puestos de trabajo durante la crisis, y 450 millones de personas más se incorporarán al mercado laboral en la próxima década. Así que necesitamos crecimiento, pero necesitamos crecimiento con empleos. Esta crisis no estará superada hasta que no comiencen a bajar los niveles de desempleo.

El tercer riesgo está vinculado al sector financiero. Todos sabemos cómo comenzó esta crisis.Todos sabemos que se hicieron muchas promesas de sanear el sector financiero para que no vuelva a ocurrir. Y aunque ha habido progreso en varios países y han surgido nuevas regulaciones del reciente proceso de Basilea III, eso no basta. Debemos cerciorarnos de que esas reglas nuevas se implementen. Y necesitamos mejores herramientas para resolver las crisis financieras que ocurran. El sistema financiero aún no es suficientemente seguro.

Además de todo esto, preocupa el riesgo de que se debilite la estrecha cooperación internacional demostrada durante la crisis. Tras el colapso de Lehman, evitamos una segunda Gran Depresión porque los gobiernos y las naciones del mundo se aunaron y coordinaron su respuesta.

Ahora que estamos entrando en modalidad de poscrisis,(EN TEORIA) ese espíritu de cooperación no parece tan sólido. Quizá la indicación más clara fueron los titulares de esta última semana sobre “guerras de divisas” y sobre algunos países que buscaban devaluar para sacarles ventaja a otros. Y aun así, sabemos que la política de empobrecer al vecino no funciona. No hay soluciones        puramente internas para problemas mundiales.

promover el reequilibramiento mundial  es  importante para una recuperación sostenible.

queda mucho por hacer para lograr un crecimiento sostenible y equilibrado, restablecer el empleo y efectuar los cambios necesarios para reducir los riesgos del sector financiero.

El análisis del FMI indica que mejorando la coordinación de las políticas económicas durante los cinco próximos años se podría incrementar el crecimiento mundial 2,5%, crear o rescatar 30 millones de empleos, y sacar de la pobreza a otros 33 millones de personas……

ESTAS SON PALABRAS DE :                     Dominique Strauss-Kahn

DEPARTAMENTO DE RELACIONES EXTERNAS DEL FMI

MI CONCLUSIÓN ES QUE EL MUNDO SIGUE MUY DIVIDIDO ….

QUE LATINOAMERICA A DEMOSTRADO UN CRECIMIENTO ,EEUU NO CAE PERO NO CRECE Y QUE EN EUROPA CADA VEZ ESTAMOS PEOR …….

, QUE LOS GOBIERNOS QUIEREN INTENTAR O APARENTAR UNA UNION SOBRE LA CRISIS …….

PERO AL FINAL SERÁ UN SALVESE QUIEN PUEDA !! …..

Y QUE TRISTEMENTE NOS QUEDA UN LARGO CAMINO DE PENURIAS A LOS POBRES …….

.210 MILLONES DE PERSONAS ESTAN SIN TRABAJO EN EL MUNDO ,

Y EL NIVEL DE DESEMPLEO OFICIAL ES EL MAS ALTO DE LA HISTORIA ,

SIN PRECEDENTES ……DEBEMOS  UNIRNOS EN UNA COOPERACIÓN EN GRAN ESCALA PARA QUE LOS POCOS RECURSOS QUE TENGAMOS EN NUESTRAS MANOS LOS USEMOS CON SOLIDARIDAD Y AYUDA A LOS MAS NECESITADOS ,ESTAMOS SIN DUDA DELANTE DE TIEMPOS MUY DIFICILES………

As Plantas Medicinais «F»


As Plantas Medicinais «F»

FEDEGOSO – Mata-pasto – Mamangá – Pajamarioba.
Cassia occidentalis; Cassia medica
Suas folhas são purgativas e emenagogos. A casca da raiz é diurética, boa no combate à hidropisia e às moléstias do fígado. O decocto de suas raízes age como antelmíntico enérgico e de grande eficácia contra a febre.
O que usar: folhas, raiz e cascas.
Posologia e modo de usar: contate-nos.

FEL DA TERRA – Na icterícia, febres constantes e nos embaraços gástricos. O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FEVÍLLEA – Nas dores de estômago e fígado. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FICIFÓLIA – As folhas, em infusão, são empregadas nas histerias, asma, cólicas menstruais, menstruações difíceis e febres intermitentes. O que usar: folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FIGO – Bom alimento para os nervos. O chá de suas folhas serve para fazer gargarejos, curar gengivas e diabete, e bom para eliminar cálculos dos rins e fígado. O que usar: folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FIOS-DE-OURO – Cipó-dourado – Cipó-chumbo -Xirimbeira – Cuscuta) Cuscuta umbellata Toda a planta utilizada em forma de chá é excelente adstringente, estomáquico e diurético. Usado nas bronquites, tosses e catarros. O que usar: tintura e planta. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FLOR-DA-NOITE – Flor-do-baile – Flor-cheirosa – Cactus-de-flor-grande. Cereus grandiflorus, Cactus grandiflorus. Evita a angina do peito. Combate os males do coração, causados pelo excesso de café, álcool e fumo. Atua contra o nervosismo, febres, resfriados e dores de cabeça. O que usar: caules. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FLOR-DA-TRINDADE – Amor-perfeito – Violeta de Três Cores. Viola tricolor, Viola arvensis. Depurativo do sangue. É indicado nas afecções cutâneas como eczemas, impingem, herpes ou quaisquer doenças relacionadas ao sangue. Faz-se o chá com suas folhas e flores, e pode-se reforçar aplicando compressas no local afetado. O que usar: flores e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FLOR-DE-CORAL – Erythrina corallodendron. O cozimento de suas cascas serve para combater as hepatites crônicas e as obstruções do fígado. O que usar: cascas. Posologia e modo de usar: contate-nos.

FRUTO DE BICUÍBA – Nos reumatismos. Na asma, faz declinar seus acessos.

FUNCHO – Erva doce – Anis Anethum foeniculum; Foeniculum dulce. São estimulantes, depurativos, carminativos, usados em cólicas e na eliminação de gases intestinais em crianças. Também nos males do intestino, obesidade, cãibras, reumatismo, diabetes, olhos, memória, nas mordeduras de cobras e escorpiões, e estimula a secreção láctea. Sua raiz é diurética e faz aumentar o leite das mães. O que usar: raiz e sementes. Posologia e modo de usar: contate-nos.

 

As Plantas Medicinais «E


As Plantas Medicinais «E»

EMBAÚBA – O suco da raiz serve para tratar úlceras cancerosas. De suas folhas se faz um xarope que debela tosse, asma, gripes e coqueluche. Tonifica o coração, regularizando suas batidas. Provoca a urina. Posologia e modo de usar: contate-nos

ENDRO – Anethum graveolens-Pastinaca anethum Para dispepsias, cólicas, arrotos, flatulências e hiperacidez estomacal usam-se as sementes em infusão. Externamente, nas inflamações dos olhos, pode-se aplicar compressas embebidas com o chá das sementes; já os banhos de vapor tiram as dores da matriz. O endro também pode ser fervido em azeite de oliva para ser aplicado quente sobre furúnculos, amadurecendo-os e retirando a dor. O que usar: sementes. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA CIDREIRA – Melissa Melissa officinalis – Cymbopogon citratus Indicada contra as doenças do estômago, nervos, insônia, dores, desmaios, resfriados, gases, epilepsia, enxaquecas, má circulação do sangue, palpitação do coração e vertigens. Extremamente usada como calmante. Dores de dente podem ser aliviadas bochechando-se com um pouco de seu chá quente. Seu chá, morno, também pode ser utilizado em lavagens intestinais, com grandes resultados nas diarréias com sangue. Externamente, pode-se aplicar folhas frescas de erva-cidreira sobre as pálpebras, acalmando as dores em olhos inflamados. Cataplasmas quentes aplicados sobre o ventre acalmam toda classe de dores do intestino, fígado, matriz e estômago. Banhos com esta erva possuem propriedades calmantes. O que usar: flores e folhas frescas. Compressas: feridas. Banho: calmante. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA COBRE – Guaco – Erva-de-cobra – Coração-de-Jesus Mikania cordifolia Em banhos, é empregada contra gota e reumatismo. Externamente, pode-se empregar o suco das folhas, em fricções, nos casos de nevralgias, contusões, gota e reumatismo, sobre as partes doloridas. O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE BICHO – Em banhos, contra hemorróidas, coceiras e dermatoses. Cozinha-se a planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA-DE-BUGRE- Erva de lagarto – Erva de teiú – Língua de teiú – Café-bravo Casearia sylvestris; Samyda sylvestris Depurativa do sangue, sendo usada contra sífilis, moléstias da pele e nas hidropisias. O que usar: folhas e raiz. Posologia e modo de usar: contate-nos. ERVA-DE-COBRA – Guaco – Erva-cobre – Coração-de-Jesus Mikania cordifolia Em banhos, é empregada contra gota e reumatismo. Externamente, pode-se empregar o suco das folhas, em fricções, nos casos de nevralgias, contusões, gota e reumatismo, sobre as partes doloridas. O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE LAGARTO – Indicado contra sífilis, reumatismo, coceiras e feridas rebeldes. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE PASSARINHO – Nas hemoptises, pneumonias, bronquites, dores e pontadas no peito. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE SANTA LUZIA – Erva-andorinha Euphorbia brasiliensis Fornece uma boa cataplasma para curar úlceras crônicas e feridas velhas. Nas inflamações dos olhos. O que usar: folhas machucadas. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE SANTA MARIA – Vomiqueira – Erva formigueira Chenopodium ambrosioides Poderoso vermífugo, também combate as doenças nervosas, hemorróidas, varizes, dores e indigestões. Emenagogo. O que usar: tintura, sementes, flores e folhas. Folhas e sementes – Infusão e tintura: na tuberculose, bronquite, tosse, e como diurético e calmante. Sumo: vermífugo. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DE SÃO JOÃO – Catinga de Bode Nas tosses, bronquites, gripes e resfriados, diarréia, desinteria, cólicas e gases, reumatismo. O que usar: folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA-DO-CAPITÃO – Barbarosa – acariçoba – acaciroba – acaricaba Hydrocotyle umbellata – Hydrocotyle bonariensis Esta erva é aperiente, desobstruente, diurética e tônica. Usa-se sua raiz em decocto no combate às afecções do baço, fígado e intestino, diarréia, reumatismo e sífilis. Suas folhas só devem ser usadas externamente, e nunca internamente, pois afirma-se que são venenosas. Na aplicação externa, no combate às sardas e outros tipos de manchas de pele, a planta toda é usada em decocto. O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DO FÍGADO – Usada nos distúrbios do fígado e baço. Hepato protetora. ERVA DOCE – Funcho -Anis São estimulantes, depurativos, carminativos, usados em cólicas e na eliminação de gases intestinais em crianças. Também nos males do intestino, obesidade, cãibras, reumatismo, diabetes, olhos, memória, nas mordedura de cobras e escorpiões, e estimula a secreção láctea. Sua raiz é diurética e faz aumentar o leite das mães. O que usar: raiz e sementes. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA DUTRA – Mikania martusiana Para abscessos internos, anginas, diarréia rebelde, hemoptises, rouquidão e vômitos. O que usar: folhas e talos. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA GROSSA – Nas tosses e bronquites. Também usada para dissolver cálculos renais. ERVA MACAÉ – Nos vômitos e embaraços gastrintestinais. Nas diarréias de crianças.

ERVA MATE – Ilex paraguayensis / brasiliensis Reanima as forças corporais e cerebrais. Dá resistência à fadiga, ativa a circulação, excitante, tonificante, diurético, digestivo, laxante. Na dispepsia, e nos distúrbios estomacais e hepáticos. O que usar: folhas.

ERVA MOURA – Carachichu – Maria preta – Pimenta-de-galinha – Guaraquinha Solanum nigrum – Solanum crenato dentatum – Solanum hortense – Solanum inops – Solanum officinarum – Solanum pterocaubon – Solanum ptycanthum ATENÇÃO: USO EXTERNO. Em cataplasmas, é boa para combater tumores inflamatórios, furúnculos, panarícios e queimaduras. O chá feito com o cozimento de suas folhas é bom para lavar partes inflamadas, irritadas ou dolorosas. Pode-se aplicar suas folhas, frescas, machucadas, sobre feridas e úlceras. O que usar: folhas frescas.

ERVA POMBINHA – Possui propriedades diuréticas e desobstruentes, indicada para eliminação de cálculos renais e biliares. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA SILVINA – Nas hemoptises, nas diarréias sanguinolentas e na tosse de tuberculosos. Posologia e modo de usar: contate-nos

ERVA TOSTÃO – Agarra-pinto – Amarra-pinto – Pega-pinto – Tangaraca – Bredo-de-porco. Boerhaavia hirsuta Indicada contra inflamações da bexiga, congestões do fígado, cálculos biliares, icterícia e ingurgitamento do baço, além de combater o nervosismo. Age, de forma suave, como diurético nos rins. O que usar: sementes, raiz e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos

ESPINHEIRA DIVINA – Nas dores do estômago. Laxativo.

ESPINHEIRA SANTA – Salva-vidas – Espinho de Deus Maytenus hicifolia Obs: Não utilizar durante a amamentação Cicatrizante e desinfetante. É, ainda, boa para os rins, pois acalma as dores e neutraliza o ácido. Nas úlceras, gastralgias e dores de estômago. O que usar: folhas. Infusão das Folhas: analgésica, desinfetante, cicatrizante, dores, gastrite, úlcera, propriedades laxantes, e diuréticas. Sumo: feridas, acne, eczemas. Posologia e modo de usar: contate-nos

ESPINHEIRO – Contra asma e bronquite. Sedativo e antiespasmódico.

ESTIGMA DE MILHO – Barba de milho Diurético. Nos cálculos renais.

ESTOMÁQUICA – Estomacal, anti-dispéptica.

EUCALIPTO – Eucalyptus globulus É anticéptico e antiespasmódico. Combate febres, gripes, diabete, bronquite, asma, gangrena pulmonar, males da bexiga e das cadeiras. O óleo das folhas pode ser usado nos casos de asma e bronquite (inalação), e ainda como cicatrizante e desinfetante (chá). A decocção das folhas também pode ser usada nos casos de bronquite, febre, estomatite, faringite, gripe, resfriado, tosse, sedativo, desinfetante, sudorífero. O que usar: folhas verdes. Posologia e modo de usar: contate-nos

 

 

Plantas Medicinais «AROMÁTICOS»


Plantas Medicinais «AROMÁTICOS»

Plantas Medicinais «AROMÁTICOS» Assim os aromáticos que se usam na cozinha diária como também outros de uso menos freqüente, são empregados pela medicina para fins curativos:

Açafrão – Limão – Laranja – Baunilha – Noz moscada – Cravo de cheiro – Anis – Menta – Funcho – Macela – Melissa – Badiana (anis estrelado).

Laranja – Como as cortiças de limão, as de laranja usam-se na farmacopéia para preparar tisanas estomáticas, empregando-se em ocasiões em qualidade de corretores de outras preparações. Desde o ponto de vista alimentício, a laranja é excelente, como a fruta, em geral.

Baunilha – Eis aqui outro vegetal dos que podem empregar-se na cozinha diária. Açúcar baunilhado – 2 a 7 g Tintura – 2 a 9gotas

Canela – É a cortiça deste vegetal a que se emprega em medicina. As variedades mais usadas são a Canela de China e a Canela de Ceilão.

Geralmente, as doses usuais são: As propriedades da canela são as dos aromáticos em geral. Mas os tratados populares vão mais longe, não sabemos se com razão ou não, pois afirmam que a canela tem as seguintes propriedades: afrodisíacas, tônico estimulante, antiespasmódicas, estomacais, anti-reumáticas, excitantes; e recomendam, como formas de uso, fricções do óleo, para o reumatismo.

Convém que o leitor se atinja as prescrições das terapêuticas responsáveis, a fim de evitar conseqüências.

Noz moscada – Usa-se nos casos dos anteriores, e o chamado Elixir de Garus a contém. Não convém abusar dela, pois doses altas é um narcótico ativo.

Cravo de cheiro – A mais de sua utilização como condimento da cozinha diária há quem lhe concedam propriedades odontológicas, ou seja, que calma a dor de moelas ou dentes produzido pelas cáries, como se sabe.  O certo é que nas pastas dentifrícias de que fazemos uso quotidianamente pode estar presente, pelo comum.

Toca-nos referirmos agora aos aromáticos que não se utilizam como condimentos, e que temos separado dos outros para evitar confusões:- Anis, menta, macela, melissa e badiana.

Anis – Os tratados de plantas medicinais atribuem ao anis propriedades tonificantes, carminativas.

Menta – Da menta são várias as espécies de que se faz uso, e os tratados populares lhes atribuem qualidades também diversas, possivelmente exagerando sua eficácia. Dizem que a menta é sudorífica, tônico estimulante, estomacal, antiespasmódica, antireumática. À chamada menta de cavalo o reconhecem propriedades antifebris e antiespasmódicas, etc. Vejamos que dizem as terapêuticas. Da menta se tiram o mentol e a essência de menta. A variedade mais usada em medicina é a chamada menta piperita.

Macela – Para as dispepsias.

Melissa – Antigamente se conceituava à melissa como um remédio definitivo para a chamada “tosse convulsa”, os modernos tem deixado de utilizá-la nesse aspecto. As preparações Água dos Carmelitas e Água da Carmen a continham. Jean Parker a atribui outras propriedades de que estamos seguros. Diz: Antiespasmódicas, estimulativas, vulnerárias. Recomendado para cólicas, más digestões. Uso externo para feridas, cardinais, contusões, etc. Advertência: “Use-se a planta nova, nunca a adulta, pois aquela possui a totalidade de suas propriedades, coisa que não lhe sucede a esta”. Posologia e modo de usar: contatar especialista qualificado.

Badiana – Estimulante, estomacal e carminativa. Parte usada: folhas e sementes, por infusão.

Texto de Maria Lopes – Acupunturista, Homeopata Metafísica,  Reikiana, Jornalista especializada em Terapias Holística .

Contato: maria.lopesde.andrade@hotmial.com

Florais de EDWARD BACH



    O gozo da vida deve vir de uma visão que considera o universo como um jardim... de modo que todos os seres vivam de acordo com sua natureza, e grande é, de fato, tal felicidade.(Cheng Pan Ch´iao)

    FLORAIS – É a manifestação da saúde através do belo, atuando nas mais sensíveis dimensões que os seres humanos podem atingir.
    EDWARD BACHSeu trabalho de pesquisa com os medicamentos se efetuou de 1928 a 1936.
    Dr. Bach nasceu na Inglaterra em 1886, perto de Birmingham. Desde a sua juventude desenvolveu poderes de concentração, intuição e de atenção às necessidades dos outros. Amava profundamente a natureza, passeando muito pelo campo. Quando exerceu a profissão de médico em Londres, passou momentos importantes no campo e nos parques londrinos, pois sentia grande dificuldade em adaptar-se à vida urbana.

    De 1914 até fins de 1918, Bach praticou a medicina ortodoxa oficial. Em seguida, de 1919 até que se foi de Londres em 1930, ele praticou a medicina homeopática. Sua compreensão crescente da saúde e da doença o levou a adotar a homeopatia.

    Durante estes anos, efetuou numerosas e originais pesquisas no seio desses dois aspectos da medicina. Deu conferências, escreveu artigos nos jornais médicos sobre suas pesquisas, e conseguiu uma alta estima junto aos médicos ortodoxos e homeopatas. Enquanto patologista e bacteriologista desenvolveu vacinas a partir de bactérias intestinais, que ajudaram muitas pessoas que sofriam de doenças crônicas.

    Como homeopata, desenvolveu esta disciplina e criou o que ainda se chama pelo nome de “Nosodiuns de Bach”. Os Nosodiuns são remédios homeopáticos preparados a partir de toxinas tais quais o vírus. Ele isolava estes organismos do aparelho intestinal, preparava-os homeopaticamente e obtinha excelentes resultados clínicos. Muitos homeopatas ainda utilizam estes Nosodiuns. Estes novos remédios homeopáticos permitiram-lhe utilizar as vacinas orais ao invés das injeções.

    Em 1930, Bach abandonou sua pesquisa e sua prática homeopática muito ativa (queimou todos seus papéis) e foi viver no campo inglês para desenvolver um novo sistema de cura.

    De 1930 a 1936, Bach viveu em diferentes regiões da Inglaterra rural e descobriu 35 outras flores, que, com as 3 anteriores descobertas antes de deixar Londres, fazem um total de 38 remédios florais. E também o “remédio de urgência”, que é uma combinação de 5 destes remédios.
    Ao prescrever estes remédios florais, ele determinou, pouco a pouco, os princípios implicados na preparação e uso clínico destes remédios. Bach tornou-se sensível a ponto de, com a flor em suas mãos, obter intuitivamente impressões claras quanto a sua influência sobre os indivíduos, suas qualidades, sua “signatura”.

    Nesta pesquisa, Bach utilizou sua intuição penetrante e a metodologia ortodoxa.

    Bach Em 1930 escreveu “Cura-te a ti mesmo”
    Em 1932 escreveu “Os doze curadores”
    E em 1936 veio a falecer. E o trabalho muito louvável vem tomando uma abrangência que podemos categoricamente garantir, a felicidade e um grande regozijo a seu criador.

    Os 38 remédios estão divididos em 7 grupos.

    Clique sobre o tema que lhe interessar…

    1 – Para aqueles que tem medo

    2 – Para os que sofrem de Indecisão

    3 – Para os que não se interessam pelas circunstâncias atuais

    4 – Para a solidão

    5 – Para os hipersensíveis a influências e opiniões

    6 – Para o desalento ou desespero

    7 – Para a preocupação excessiva com o bem-estar dos outros

 

ARTE DE CURAR


ARTE DE CURAR.

Segundo os ensinamentos Homeopáticos existem doentes, não apenas uma doença. O conjunto de sintomas e sinais de determinado paciente poderá ser comparado a um quadro ou estória a ser observada e detalhada para que se alcance a cura. Dois ou mais indivíduos com a mesma doença poderão receber indicações homeopáticas diferente, noutros casos pessoas com diferentes doenças poderão receber a mesma orientação homeopáticas na busca do equilíbrio ou no alcance da saúde. Com este objetivo é que o profissional se atém as minúcias de detalhes da pessoa a ser tratada e acompanhada. Ser magro ou obeso, calorento ou friorento, calmo ou intranqüilo, de estatura baixa ou mediana, enfim os mais diversos detalhes devem ser observados, quando o verdadeiro intuito é transformar um indivíduo doentio em um ser saudável. HOMEOPATIA Tem sua origem na palavra de origem grega, significando moléstia semelhante, tendo como precursor Cristiano Frederico Samuel Hahnemann, nascido em 10 de abril de 1755 em Meissem (Saxônia), e falecido em Paris no dia 2 de julho de 1843. Formou-se em medicina aos vinte e quatro anos, exercia a profissão em várias cidades da Alemanha. Após dez anos de exercício da profissão, em 1789, deixou o exercício da medicina para dedicar-se à tradução de livros. Após o adoecinemento de seu filho buscou outra metodologia de cura, onde a terapêutica fosse menos agressiva, mas ao mesmo tempo eficaz e confiável. Após a tradução de um livro de William Cullen, ficou impressionado com relatos de intoxicação por quinino em trabalhadores, e a partir daí dedicou-se a experimentar, observar, e catalogar várias substâncias conhecidas buscando a semelhança das reações apresentadas pelo experimentador, a quadros clínicos de várias doenças, em si próprio, ou em várias pessoas consideradas sãs. Encontramos em Hipócrates 450 A.C, a tese da SIMILIA SIMILIBUS CURANTUR, (os semelhantes se curam pelos contrários). A partir de seus experimentos, observações e descobertas, Hahneemann, voltou a clinicar, vendo os resultados de suas pesquisas em si próprio, seus familiares e amigos. Após seis anos iniciou as publicações de seus experimentos, e em 1810 publicou o Organon da Arte de Curar, expondo sua teoria e método terapêutico, fornecendo municiosas regras e detalhes para tratamentos, observações, acompanhamento e prática desta terapêutica. Hahnemann conclui que a enfermidade do homem é uma entidade única, e que cada doença ou sintoma de doença, são pedaços de uma única enfermidade crônica, detalhes encontramos em Enfermidades Crônicas (1810). Nos primeiros anos de suas pesquisas e trabalhos, Hahnemann trabalhou sozinho, mas após 1810, repassou suas técnicas a grupos de discípulos que o ajudou nos experimentos, divulgação e expansão de suas idéias, e a Homeopatia na Arte de Curar foi e esta ganhando a cada dia que se transcorre novos seguidores pelo mundo inteiro. Faleceu aos 88 anos em Paris respeitado e cercado de honrarias pelo trabalho que deixou em benefício da Humanidade. A era da experimentação científica em pessoas sãs começou com Hanemann, e a partir da semelhança sintomática se alcance um método de cura central para que as pessoas portadoras de doenças, síndromes e até epidemias, alcancem a cura. “A arte pura homeopática de curar, é o único método correto de cura, possível à arte humana, e o mais reto caminho de curar, e isto é tão certo como não é possível senão uma única linha reta entre dois pontos”. As verdadeiras curas, suaves, sucedem de acordo com o método homeopático, que como descobrimos por experiência e dedução, é fora de dúvida, aquele por meio da qual as curas mais rápidas, certas e permanentes são obtidas, pois essa arte de curar baseia-se em lei eterna e infalível da natureza. (Parte do texto do livro Organonn Da Arte de Curar – Samuel Hahnemann), parágrafo 53, 7 e 25. APLICAÇÃO DA HOMEOPATIA NAS DOENÇAS ENDÊMICAS Mesmo perante uma epidemia, não se deve perder de vista o objetivo principal, a de que cada ser humano é acima de tudo um Ser Único, e suas características próprias devem ser observadas, por ser este ponto que o difere num Contexto Coletivo. Conforme relatos de Hahnemann o medicamento curativo de uma doença é também seu agente preservativo. Existem vários relatos de Profilaxia em várias epidemias com os medicamentos e nosódios homeopáticos com sucesso total. Apesar de algumas autoridades terem manifestado certo ceticismo, quando do uso do método homeopático no surto de meningite no Vale do Paraíba, Guaratinguetá foi à cidade menos atingida e segundo fontes da Divisão Regional de Saúde, e os leitos reservados para isolamento (não chegaram a serem usados). A profilaxia não necessita se A ARTE DE CURAR. Segundo os ensinamentos Homeopáticos existem doentes, não apenas uma doença. O conjunto de sintomas e sinais de determinado paciente poderá ser comparado a um quadro ou estória a ser observada e detalhada para que se alcance a cura. Dois ou mais indivíduos com a mesma doença poderão receber indicações homeopáticas diferente, noutros casos pessoas com diferentes doenças poderão receber a mesma orientação homeopáticas na busca do equilíbrio ou no alcance da saúde. Com este objetivo é que o profissional se atém as minúcias de detalhes da pessoa a ser tratada e acompanhada. Ser magro ou obeso, calorento ou friorento, calmo ou intranqüilo, de estatura baixa ou mediana, enfim os mais diversos detalhes devem ser observados, quando o verdadeiro intuito é transformar um indivíduo doentio em um ser saudável. HOMEOPATIA Tem sua origem na palavra de origem grega, significando moléstia semelhante, tendo como precursor Cristiano Frederico Samuel Hahnemann, nascido em 10 de abril de 1755 em Meissem (Saxônia), e falecido em Paris no dia 2 de julho de 1843. Formou-se em medicina aos vinte e quatro anos, exercia a profissão em várias cidades da Alemanha. Após dez anos de exercício da profissão, em 1789, deixou o exercício da medicina para dedicar-se à tradução de livros. Após o adoecinemento de seu filho buscou outra metodologia de cura, onde a terapêutica fosse menos agressiva, mas ao mesmo tempo eficaz e confiável. Após a tradução de um livro de William Cullen, ficou impressionado com relatos de intoxicação por quinino em trabalhadores, e a partir daí dedicou-se a experimentar, observar, e catalogar várias substâncias conhecidas buscando a semelhança das reações apresentadas pelo experimentador, a quadros clínicos de várias doenças, em si próprio, ou em várias pessoas consideradas sãs. Encontramos em Hipócrates 450 A.C, a tese da SIMILIA SIMILIBUS CURANTUR, (os semelhantes se curam pelos contrários). A partir de seus experimentos, observações e descobertas, Hahneemann, voltou a clinicar, vendo os resultados de suas pesquisas em si próprio, seus familiares e amigos. Após seis anos iniciou as publicações de seus experimentos, e em 1810 publicou o Organon da Arte de Curar, expondo sua teoria e método terapêutico, fornecendo municiosas regras e detalhes para tratamentos, observações, acompanhamento e prática desta terapêutica. Hahnemann conclui que a enfermidade do homem é uma entidade única, e que cada doença ou sintoma de doença, são pedaços de uma única enfermidade crônica, detalhes encontramos em Enfermidades Crônicas (1810). Nos primeiros anos de suas pesquisas e trabalhos, Hahnemann trabalhou sozinho, mas após 1810, repassou suas técnicas a grupos de discípulos que o ajudou nos experimentos, divulgação e expansão de suas idéias, e a Homeopatia na Arte de Curar foi e esta ganhando a cada dia que se transcorre novos seguidores pelo mundo inteiro. Faleceu aos 88 anos em Paris respeitado e cercado de honrarias pelo trabalho que deixou em benefício da Humanidade. A era da experimentação científica em pessoas sãs começou com Hanemann, e a partir da semelhança sintomática se alcance um método de cura central para que as pessoas portadoras de doenças, síndromes e até epidemias, alcancem a cura. “A arte pura homeopática de curar, é o único método correto de cura, possível à arte humana, e o mais reto caminho de curar, e isto é tão certo como não é possível senão uma única linha reta entre dois pontos”. As verdadeiras curas, suaves, sucedem de acordo com o método homeopático, que como descobrimos por experiência e dedução, é fora de dúvida, aquele por meio da qual as curas mais rápidas, certas e permanentes são obtidas, pois essa arte de curar baseia-se em lei eterna e infalível da natureza. (Parte do texto do livro Organonn Da Arte de Curar – Samuel Hahnemann), parágrafo 53, 7 e 25. APLICAÇÃO DA HOMEOPATIA NAS DOENÇAS ENDÊMICAS Mesmo perante uma epidemia, não se deve perder de vista o objetivo principal, a de que cada ser humano é acima de tudo um Ser Único, e suas características próprias devem ser observadas, por ser este ponto que o difere num Contexto Coletivo. Conforme relatos de Hahnemann o medicamento curativo de uma doença é também seu agente preservativo. Existem vários relatos de Profilaxia em várias epidemias com os medicamentos e nosódios homeopáticos com sucesso total. A ARTE DE CURAR. Segundo os ensinamentos Homeopáticos existem doentes, não apenas uma doença. O conjunto de sintomas e sinais de determinado paciente poderá ser comparado a um quadro ou estória a ser observada e detalhada para que se alcance a cura. Dois ou mais indivíduos com a mesma doença poderão receber indicações homeopáticas diferente, noutros casos pessoas com diferentes doenças poderão receber a mesma orientação homeopáticas na busca do equilíbrio ou no alcance da saúde. Com este objetivo é que o profissional se atém as minúcias de detalhes da pessoa a ser tratada e acompanhada. Ser magro ou obeso, calorento ou friorento, calmo ou intranqüilo, de estatura baixa ou mediana, enfim os mais diversos detalhes devem ser observados, quando o verdadeiro intuito é transformar um indivíduo doentio em um ser saudável. HOMEOPATIA Tem sua origem na palavra de origem grega, significando moléstia semelhante, tendo como precursor Cristiano Frederico Samuel Hahnemann, nascido em 10 de abril de 1755 em Meissem (Saxônia), e falecido em Paris no dia 2 de julho de 1843. Formou-se em medicina aos vinte e quatro anos, exercia a profissão em várias cidades da Alemanha. Após dez anos de exercício da profissão, em 1789, deixou o exercício da medicina para dedicar-se à tradução de livros. Após o adoecinemento de seu filho buscou outra metodologia de cura, onde a terapêutica fosse menos agressiva, mas ao mesmo tempo eficaz e confiável. Após a tradução de um livro de William Cullen, ficou impressionado com relatos de intoxicação por quinino em trabalhadores, e a partir daí dedicou-se a experimentar, observar, e catalogar várias substâncias conhecidas buscando a semelhança das reações apresentadas pelo experimentador, a quadros clínicos de várias doenças, em si próprio, ou em várias pessoas consideradas sãs. Encontramos em Hipócrates 450 A.C, a tese da SIMILIA SIMILIBUS CURANTUR, (os semelhantes se curam pelos contrários). A partir de seus experimentos, observações e descobertas, Hahneemann, voltou a clinicar, vendo os resultados de suas pesquisas em si próprio, seus familiares e amigos. Após seis anos iniciou as publicações de seus experimentos, e em 1810 publicou o Organon da Arte de Curar, expondo sua teoria e método terapêutico, fornecendo municiosas regras e detalhes para tratamentos, observações, acompanhamento e prática desta terapêutica. Hahnemann conclui que a enfermidade do homem é uma entidade única, e que cada doença ou sintoma de doença, são pedaços de uma única enfermidade crônica, detalhes encontramos em Enfermidades Crônicas (1810). Nos primeiros anos de suas pesquisas e trabalhos, Hahnemann trabalhou sozinho, mas após 1810, repassou suas técnicas a grupos de discípulos que o ajudou nos experimentos, divulgação e expansão de suas idéias, e a Homeopatia na Arte de Curar foi e esta ganhando a cada dia que se transcorre novos seguidores pelo mundo inteiro. Faleceu aos 88 anos em Paris respeitado e cercado de honrarias pelo trabalho que deixou em benefício da Humanidade. A era da experimentação científica em pessoas sãs começou com Hanemann, e a partir da semelhança sintomática se alcance um método de cura central para que as pessoas portadoras de doenças, síndromes e até epidemias, alcancem a cura. “A arte pura homeopática de curar, é o único método correto de cura, possível à arte humana, e o mais reto caminho de curar, e isto é tão certo como não é possível senão uma única linha reta entre dois pontos”. As verdadeiras curas, suaves, sucedem de acordo com o método homeopático, que como descobrimos por experiência e dedução, é fora de dúvida, aquele por meio da qual as curas mais rápidas, certas e permanentes são obtidas, pois essa arte de curar baseia-se em lei eterna e infalível da natureza. (Parte do texto do livro Organonn Da Arte de Curar – Samuel Hahnemann), parágrafo 53, 7 e 25. APLICAÇÃO DA HOMEOPATIA NAS DOENÇAS ENDÊMICAS Mesmo perante uma epidemia, não se deve perder de vista o objetivo principal, a de que cada ser humano é acima de tudo um Ser Único, e suas características próprias devem ser observadas, por ser este ponto que o difere num Contexto Coletivo. Conforme relatos de Hahnemann o medicamento curativo de uma doença é também seu agente preservativo. Existem vários relatos de Profilaxia em várias epidemias com os medicamentos e nosódios homeopáticos com sucesso total. Apesar de algumas autoridades terem manifestado certo ceticismo, quando do uso do método homeopático no surto de meningite no Vale do Paraíba, Guaratinguetá foi à cidade menos atingida e segundo fontes da Divisão Regional de Saúde, e os leitos reservados para isolamento (não chegaram a serem usados). A profilaxia não necessita ser necessariamente agressiva, mas acima de tudo Curar com Arte, é o que mais Hahnemann, ensinava aos seus seguidores. Na prática da Homeopatia Metafísica, a mesma indicação na prevenção da dengue também é feita para os que já se encontram infectados, desde que não haja auto medicação, mas que se recorra a profissionais credenciados no exercício e prática da Homeopatia. Apesar de algumas autoridades terem manifestado certo ceticismo, quando do uso do método homeopático no surto de meningite no Vale do Paraíba, Guaratinguetá foi à cidade menos atingida e segundo fontes da Divisão Regional de Saúde, e os leitos reservados para isolamento (não chegaram a serem usados). A profilaxia não necessita ser necessariamente agressiva, mas acima de tudo Curar com Arte, é o que mais Hahnemann, ensinava aos seus seguidores. Na prática da Homeopatia Metafísica, a mesma indicação na prevenção da dengue também é feita para os que já se encontram infectados, desde que não haja auto medicação, mas que se recorra a profissionais credenciados no exercício e prática da Homeopatia. r necessariamente agressiva, mas acima de tudo Curar com Arte, é o que mais Hahnemann, ensinava aos seus seguidores. Na prática da Homeopatia Metafísica, a mesma indicação na prevenção da dengue também é feita para os que já se encontram infectados, desde que não haja auto medicação, mas que se recorra a profissionais credenciados no exercício e prática da Homeopatia.

Canção dos Homens


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